Voltar ao início!

 
   
BUSCA DIRETA
Dicas
Eventos
Memórias
Novidades
Pescarias
Técnicas
Turismo
Informações

Receitas para Atar

Humor

Fotos

Colaboradores

 

O FLY VEIO PARA FICAR
 

Por: LF Pinheiro
 

Mapa do Brasil

O método de pescar com fly é milenar – talvez o mais antigo – e praticado em todo o mundo por diferentes tipos de pessoas. Aqui é praticado há algumas décadas por um punhado de pescadores e até bem pouco tempo era timidamente estimulado pelos diversos veículos existentes no segmento da pesca esportiva.

Contudo, nos dois últimos anos, um forte impulso foi dado ao fly e a repercussão pôde ser imediatamente sentida entres os pescadores esportistas que anseiam por um método mais técnico, mais divertido de pescaria. É compreensível, até pelo curto espaço de tempo, que o fly ainda provoque uma certa “confusão” nas pessoas que não aceitam reavaliar seus conceitos ou, ainda, não disponham de informação suficiente para formar uma opinião completa sobre o método de pesca que mais cresce no Planeta.

Já podemos ver os novos adeptos exercitando no mar, nas represas, nos rios, riachos e até em pesque e pague, pondo definitivamente por terra o mito de que fly “é só para águas rasas e frias”. Em breve, outros mitos também serão desfeitos, tais como: o vento atrapalha, com obstáculos às costas não dá para arremessar, em lugares fundos não é possível, etc., etc.

Assim que empresas multinacionais do setor forem chegando, não só empregos serão aqui gerados, mas também conceitos, sistemas de vendas e atendimento e até leis para a pesca precisarão ser reavaliados. Acredito que o motivo dessas mudanças pode, basicamente, estar nas atitudes daqueles pescadores que praticam o esporte com iscas artificiais e, ao longo dos anos, aprenderam não só a pescar, mas e principalmente, a se defender de oportunistas e hoje não se deixam enganar tão facilmente.

É da natureza humana aceitar e vencer desafios e o fly também é um desafio, por isso veio para ficar.

N.A.: Esta matéria foi primeiramente publicada na edição da revista PESCA BRASIL, edição nº 11 de setembro/97. Hoje é ainda mais atual do que na época.